Arquivo da categoria: Sérgio Sampaio

Chá com Leitura

O post de hoje serve única e exclusivamente para falar de um outro post de um outro blog.

É o seguinte: alguns poemas do blogueiro (todos já foram publicados aqui no Un Quimera) foram publicados no blog Chá com Leitura, da colega e amiga Idalina de Carvalho.

O post é pra indicar uma passadinha por lá e agradecer pela publicação e divulgação desses poemas.

“Semear” a Literatura é algo pouco usual nos dias de hoje mas que merece ser repensado e feito mais vezes por mais gente, a atitude da Idalina é ótima.

Fica a frase do grande Sérgio Sampaio, sempre quando falo de divulgar Literatura, em especial os poemas, recorro à ela:

“Um livro de poesia na gaveta não adianta nada, lugar de poesia é na calçada.”

QuimeraTube #04

Hoje o QuimeraTube de número 4 vem em ritmo de carnaval.

A grande festa brasileira é cercada de muita alegria e vibração, e não é querer fechar os olhos para todos os problemas, mas Carnaval é hora de sair de casa e botar o bloco na rua!
E por essas e outras não poderia ter canção melhor pra retratar o perído, na parceria entre o fodástico Tom Zé e Ligiana, a canção do poeta maldito, Sérgio Sampaio:


QuimeraShare #01

Mais uma novidade do Un Quimera pro ano 2010 é o QuimeraShare.

A exemplo do QuimeraTube, o QuimeraShare é voltado pra música.
E começo hoje com o álbum Cruel, de Sérgio Sampaio, lançado em 2006 pela Saravá Discos.
Sérgio Sampaio é considerado um maldito da MPB, pouquíssima gente conhece sua obra, e é por essas e outras que começo o QuimeraShare com ele, tem muita coisa boa que ficou esquecida.
Como compositor ele é ímpar, na minha opinião pelo menos, está no TOP de compositores do cenário nacional.
O disco Cruel é póstumo, foi outro grande compositor da MPB, o maranhense Zeca Baleiro que organizou tudo e nos proporcionou esse belo álbum.
Fã incondicional de Sampaio, Baleiro, além de já ter gravado algumas canções de Sérgio, foi buscar no fundo do baú algumas gravações antigoas e as reuniu nesse álbum.
Destaco como as principais canções do disco, a música título, que já foi regravada por Luiz Melodia, a música de abertura Em Nome de Deus, que já foi regravada por Chico César, Rosa Púrpura de Cubatão, já regravada por João Bosco, Pavio do Destino, já regravada por Lenine e a genial Real Beleza.
“Eu nunca pensei que pudesse querer alguma mulher como quero você, se o mago soubesse e juntasse o meu nome em S ao seu nome em C, nas cartas de todo tarô que houver, em todo ixingue eu podia não ver, mas tudo é tão verde em seus olhos não dá pra não ver, mas tudo é tão verde em seus olhos…”
Tá aí o link do primeiro QuimeraShare:

Tem horas que a gente se pergunta por que é que não se junta tudo numa coisa só?


“Sei como dói meu amor de poeta
se vê linha reta
quer logo entortar
meu coração é de quem não tem cura
procura e torna a procurar
e você nunca esta lá”