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A Lente e a Janela

É com um curta do Porta Curtas que o Un Quimera deseja um Feliz Natal a todos, o curta é bem interessante, é quase uma metalinguagem de uma menina com uma câmera na mão, que olha pela janela e filma, e vê muitas coisas, não dá pra descrever muito, só vendo e ententendo mesmo:

Som da Rua – Caju e Castanha

Hoje um curta, bem curto mesmo, vindo diretamente do Porta Curtas Petrobras.

Um pequeno documentário sobre a dupla Caju e Castanha. Os dois pernambucanos que, como é bem dito no próprio vídeo, urbanizaram a embolada, fazendo assim com que a cultura nordestina, e não apenas os nordestinos em si, fossem conhecidos e aceitados nas grandes cidades brasileiras.
É quase impossível acompanhar o ritmo de alguams de suas emboladas, mas mesmo assim é bonito ver como ambos são empenhados em transmitir essa cultura tão rica e característica.
Sem mais conversa vamos pro vídeo da embolada:

Cartas da Mãe

Mais um post com um curta vindo diretamente do site Porta Curtas.

Hoje com o curta Cartas da Mãe.
Tem aquela famosa canção de João Bosco e Aldir Blanc, O Bêbado e a Equilibrista, que diz:
“… e sonha com a volta do irmão Henfil e tanta gente que partiu num rabo de foguete…”

Pois então, Cartas da Mãe é curta que mostra cenas de um Brasil recente, o Brasil marcado pela ditadura militar é o pano de fundo para as cartas de Henfil (o cartunista, o mesmo da música) para sua mãe.
São cartas que tratam de vários assuntos, mas sempre focando a questão do exílio, da liberdade de expressão (ou falta dela), da ditadura, de todo esse universo.
Com depoimentos de Frei Betto, Zuenir Ventura, Luis Fernando Veríssimo, Lula e dos cartunistas Angeli e Laerte, o curta mostrra um importante período de nossa história, aí vai:

Coruja (Owl)

A partir de hoje, o Un Quimera em parceria com o site Porta Curtas Petrobras, exibirá mensalmente um curtametragem.

E pra começar bem vamos de Bezerra da Silva juntamente com os compositores anônimos dos morros cariocas.
Em uma espécie de documentário de 15 minutos, vários compositores que ao mesmo tempo são trabalhadores falam um pouco das músicas de Bezerra, das gírias do morro.
E o próprio Bezerra também comenta várias coisas durante o curta.
Uma música de cunho social fortíssimo, mostrando e comprovando sua versatilidade Bezerra da Silva expoe verdades que ficam escondidas para a grande maioria, tudo isso com o samba como arma principal:
“Se não fosse o samba quem sabe hoje em dia eu seria outro bicho…”