Arquivo mensal: dezembro 2012

Fim

Foram 4 anos. Desde 01º de janeiro de 2009 que o Un Quimera esteve no ar. Mas pensei bastante e acabei resolvendo terminar por aqui o blog. Deixo essa pequena nota a título de informação e o blog ativo pra que todos os 375 posts possa ser revisitados. Valeu por tudo mundo que leu, comentou e divulgou..

Reflexões de fim de ano

Suprassumo do lúdico, dentro da esfera do cotidiano: sentir o cheiro da chuva, dentro da casa onde você nasceu e foi criado, ouvindo sua priminha conjugar os infantis e inconfundíveis verbos “apeitar” e “peider”.

Dá um “apeito” no peito perceber que com o tempo a gente vai “peidendo” toda essa leveza.

Penso que o que dá pra fazer é pelo menos tentar plasticizar toda essa concretude cinza que insiste em nos dominar.

Ah não, melhor não…

… das coisas pequenas e simples nunca se tiram soluções válidas, pra quê ficar se iludindo…

Rogério Arantes

QuimeraTube #72

Descobri esses dias o som desse cara e já tô curtindo pra caramba. De quebra ele ainda fala no blog dele sobre as corridas matinais virarem um lance filosófico… identificação total! haha

Toda Nudez Será Castigada

Nu.
De frente pro absurdo
e às voltas com a poesia
todo mundo é nu.

Nu.
Em pêlo, em casa, em vida
visceral e singularmente
todo mundo é nu.

Nu.
Duas letras: um som e um corpo
na hora da verdade
todo mundo é nu.

Nu.
Com medo e com malícia
na cachoeira da memória
todo mundo é nu.

Nu!

Rogério Arantes

QuimeraTube #71

Quatro meses atrás comecei a fazer aulas de tambor. Daria pra falar muito sobre o assunto, mas citei isso só pra contextualizar o vídeo do QuimeraTube de hoje. É uma canção do ritmo Congo (um dentre os vários ritmos do tambor mineiro), executada por alguns membros do Grupo Tambor Mineiro, de Belo Horizonte. Além do tambor, outros dois instrumentos de percussão são utilizados, o patangome (espécie de chocalo em forma circular) e a gunga (repare nas canelas dos músicos). É um som que carrega consigo toda uma tradição, que é muito visceral.

 

(groove absurdo!)