Molecagem

Eu percebo a novidade
que sempre esteve solta por aí
Eu convivo com a impossibilidade
que sempre esteve viva por aqui
Se eu sou poeta, estudante
ou apenas um cara qualquer
isso pouco importa.
Poemas são como bebês.
Eles choram querendo carinho,
se deliciam com as coisas simples
e desapegados de toda e qualquer burocracia, fluem.
Meus poemas brincam e se espantam
frente a algo sempre novo e misterioso
e um dia eles crescem e viram moleques.
Moleques de pé descalço, inventivos.
Moleques despreocupados, sonhadores.
Moleques simples e sem rodeios:
Lúdicos como a vida deveria ser
provocantes e inquietos.
Eita molecagem da boa!

Rogério Arantes

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: