De-longa

Um poema metalinguístico, subjetivo e preguiçoso:

De-longa

Para ler, ouvir e sentir ao som de “Efêmera” de Tulipa Ruiz

Sem mais delongas, vamos delongar.

…, …; ?

momentos (…)

“…”, pequenos.

Esse poema só pôde ganhar vida

após o desejo e realização

nem um pouco ambiciosos

de, sem mais delongas, delongar.

Esse poema é uma contradição.

Ele se auto-destroi no instante exato

em que é construído. Agora.

Rogério Arantes

2 pensamentos sobre “De-longa

  1. A palavra “delongas” me lembra Tom Bombadil..
    Eu gostei do poema, muito autêntico.. Mas não era essa a palavra. Enfim, a sua cara.

    Vem boneca, feliz neneca, dingue, dongue, dillo…

  2. Muito obrigado, mademoiselle! =D
    Sabe, eu nunca tinha associado a palavra “delongas” à Tom Bombadil, mas assim, achei bacana demais essa associação, porque se for parar pra pensar tem mesmo tudo a ver! haha

    Poxa, deu saudade das páginas do SdA.. ^^

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