Grandes Personagens – II – John Keating (Robin Williams)

No segundo post da série Grandes Personagens, que até agora conta com a presença de Saruman, brilhantemente interpretado pro Christopher Lee, vou falar sobre um filme muito bom!
O detalhe é que a primeira vez que assisti esse filme foi há 3 anos, e foi um professor que passou, em sala de aula.
O filme em questão é: Sociedade dos Poetas Mortos.
Um filme que mostra uma escola tradicional dos Estados Unidos, com normas rígidas e conservadoras, sendo repensada por um novo professor (John Keating) e pelos seus alunos, que passam a ter novas idéias, depois das aulas de Keating.
É legal essa idéia de tentar retratar em um caso isolado, como esse do filme, o que um bom professor pode fazer na vida de seus alunos, na verdade sou muito influenciado por meus professores e se gosto tanto de escrever e pensar muito disso tudo é culpa deles.
Mas não tô aqui pra puxar saco de ninguém, mas sim falar do filme, mas especificamente do personagem de Robin Williams.
Antes, falo do ator, que dispensa muitos comentários, consagrado, tem vários filmes e prêmios no currículo, poderia até pesquisar a filmografia dele e etc, mas quando o assunto é Robin Williams, logo me lembro de Patch Adams, outro filme de muito sucesso do Robin Williams, um longa que retrata bem o que é esse grande ator.
Mas voltando a “sociedade”, o filme deixa para quem o vê, duas frases principais, que têm relação direta com o personagem John Keating, por isso, o post vai consistir em citá-las e comentá-las:
“Oh! Captain! My Captain!”
Logo quando se apresenta aos alunos John Keating diz que gosta de ser chamado assim: Oh! Captain! My Captain!, uma citação de um poema do poeta estadunidense Walt Whitman, precursor do verso livre naquele país, o “captain” em questão era Abraham Lincoln.
Dá pra perceber no filme também, que além de Whtiman outros poetas são citados, mesmo que de uma maneira mais disfraçada como é o caso de Shelley e Shakespeare.
“Carpe Diem”
Pesquisando descobri que o conceito Carpe Diem é do poeta latino Horácio (65 a.C. – 8 a.C.) e quer dizer: Aproveite o dia.
É isso que John Keating tenta passar a toda hora para seus alunos, mostrando a eles que cada um
tem seu próprio estilo (cena do pátio) e que cada um pode ter visões diferentes (famosa cena em que ele sobe em cima da mesa), outra parte que eu também gosto muito é quando John Keating manda seus alunos rasgarem uma página do livro que fala várias coisas sobre poesias mas na verdade não quer dizer nada.
Utilizando desses dois conceitos John Keating muda muita coisa na escola de Welton, um filme que me marcou e uma atuação fantástica de Robin Williams, pra fechar esse post nada melhor do que alguns versos:
Existo como sou,
isso é o que basta:
se ninguém mais no mundo
toma conhecimento,
eu me sento contente;
e se cada um e todos
tomam conhecimento,
eu contente me sento.

Existe um mundo
que toma conhecimento,
e este é o maior para mim:
o mundo de mim mesmo.
Se a mim mesmo eu chegar hoje,
daqui a dez mil ou dez milhões de anos,
posso alcançá-lo agora bem-disposto
ou posso bem-disposto espetar mais.
Walt Whitman

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