De Como a gente se torna o que a gente é

Bem, de vez em quando eu me aventuro na literatura e escrevo algumas coisas…

O poema que eu tô postando agora eu escrevi em novembro do ano passado, o título é
inspirado no subtítulo do livro Ecce Homo de Friedrich Nietzsche.

Nem precisa falar muito sobre Nietzsche, tem o link aí pra quem quiser saber um pouco mais
do cara, mas em síntese ele foi um dos caras mais loucos da história, um escritor, um
filósofo e por que não um revolucionário, revolucionando a forma de pensar de muitos, não que eu seja um seguidor dele, tô longe disso aliás, mas as idéias do cara têm que ser respeitadas!

Taí o poema:

Queria escrever poesia
que nem os “caras” escreveram um dia
Cheia de requinte e métrica
Rimas raras e ricas
Versos brancos, amarelos, azuis
Alexandrinos, tocantes como um blues

Queria…

Hoje eu só quero escrever
do jeito que eu sei
da maneira que aprendi
com relaxo na gramática
e descuido na poética
sem escola nem estilo literário
não sei parnasiar como Olavo
muito menos modernizar como Oswald

Sei que cada um é diferente do outro
e o que eu escrevo hoje
será diferente do que eu vou escrever amanhã
A gente muda…
O mundo muda…
Se tem algo que não muda
é o medo da mudança

Rogério Arantes

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